Depois de anos tramitando, numa complexa negociação envolvendo a União, os Governos de MG e do ES e instituições de Justiça, está finalmente marcada para esta sexta-feira (25/10) a assinatura da repactuação que envolve o rompimento da barragem de Mariana, o maior desastre ambiental da história do Brasil, ocorrido em 2015.
O acordo será assinado no Palácio do Planalto, às 9 horas, com a presença do presidente Lula, ministros e os governadores de Minas Gerais Romeu Zema e do Espírito Santo, Renato Casagrande.
A repactuação soma R$ 170 bilhões, sendo R$ 100 bilhões em ‘dinheiro novo’, já que parte das ações de reparação já foram executadas ao longo dos últimos 9 anos. Pelo acordo, os atingidos receberão R$ 40,7 bilhões em medidas compensatórias/indenizatórias, porém uma série de outros programas utilizarão os recursos em benefícios aos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, diretamente atingidos pela “lama” da mineração Samarco, (cujos donos são a Vale e a BHP) que devastou o rio Doce e áreas da região estuarina.
A Associação de Desenvolvimento Agrícola Interestadual (ADAI) detalhou esta semana o quantitativo dos recursos da repactuação e de que forma eles serão aplicados.
Veja como fica os recursos da repactuação, ressalvando a possibilidade de alterações de última hora que poderão ser inseridas na última hora no documento final:
E ,,, de muita valiar ser complexo e ixaltidao essa etapa de iniciativa, privada e judicial nois averiguarmos, todas hipótese das lei penab e entre outras nois luta agradecer pela burocracia e nois vamos conhecer ilumina aos outros ,,artefatos de destruição sónora ou ambiental, nois ficarmos no aspecto social educativos, nos governos estadual e federalismo e nois decreta regimer regulamento na democracia , demanda pública, e orçamento participação dos povos , indignada e indígenas, braços sem direitos ou poder , lei igualitária dos pais ,sob asiático,, brasiliam