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Início CASO SAMARCO

Samarco volta gradativamente à mineração com mudança radical nos meios produtivos

Ação contra a BHP na Inglaterra: Justiça do Reino Unido nega apelação à Suprema Corte e processo segue

Destruição no rio Doce. FOTO: AGENCIABRASIL

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Mariana, uma cidade envolta nas montanhas de Minas Gerais, tornou-se símbolo de uma das maiores tragédias ambientais e humanas do Brasil após o rompimento da barragem do Fundão, em 2015. Este evento não apenas devastou a região, mas também colocou a mineradora Samarco no centro de um longo processo de recuperação e mudança.

Passado quase uma década, a mineira Samarco vem adotando práticas renovadas com o objetivo de retomar suas atividades, então paralisadas por cinco anos, dentro de um novo modelo operacional que prioriza a segurança e o impacto ambiental mínimo. Hoje, opera com 30% de sua capacidade, mas busca evoluir gradualmente.

Como a Samarco está mudando seus processos produtivos?
Com um novo sistema em operação desde o fim de 2020, a Samarco reformulou radicalmente seu método de disposição de rejeitos. Cessando a utilização de barragens, a empresa agora emprega um processo onde os rejeitos são filtrados e armazenados a seco. Como destaca um dos funcionários, “a gente modificou o nosso processo produtivo para que todo rejeito seja filtrado e depositado de forma seca nas pilhas de deposições de rejeito.”

Qual o impacto econômico e ambiental do rompimento para Mariana?
O desastre não só causou perdas irreparáveis, com 19 vítimas fatais, como também deixou cerca de dois milhões de pessoas diretamente impactadas, abalando profundamente a economia local de localidades como Mariana, Ouro Preto e cidades adjacentes nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O meio ambiente, massivamente marcado, vem se recuperando apenas lentamente desde então.

Como está a fiscalização e monitoramento após o desastre?
Para evitar que desastres semelhantes ocorram, grandes mudanças foram realizadas na monitoração e fiscalização das operações de mineração. Atualmente, a Samarco dispõe de uma sala de controle central que acompanha de perto todo o processo de produção. Simultaneamente, esforços estão sendo feitos para fortalecer as responsabilidades compartilhadas e a cooperação entre governo e indústrias na gestão desse setor de alto risco.

Após um impacto tão significativo, a visão futura da Samarco inclui ampliar sua capacidade de produção para 60% até o próximo ano, com um objetivo ainda mais ambicioso de atingir a totalidade de sua capacidade operativa até 2028. A jornada de recuperação e aprimoramento, embora complexa, traz uma perspectiva de renovação, não apenas para a empresa, mas para toda a região afetada.


Fonte: oantagonista.com.br

Tags: CasoSamarcoDesastreMarianaRioDoce
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