Há exatos 35 anos, em 26 de setembro de 1991, Baixo Guandu perdia o maior líder religioso de sua história. Monsenhor Alonso Benício Leite, ou simplesmente “padre Alonso”, falecia aos 76 anos num hospital de Colatina, deixando um legado inesquecível na história de Baixo Guandu.
Por iniciativa da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Cultura, hoje às 16 horas será inaugurada, no museu Madame Albertina Holz, a sala de memória do Monsenhor Alonso, uma maneira de lembrar a trajetória do líder religioso e permitir que as gerações recentes não esqueçam da importância do líder religioso na história de Baixo Guandu.
Monsenhor Alonso Benício Leite nasceu no Ceará, em 15 de fevereiro de 1915, chegando a Baixo Guandu em 1º de abril de 1944, para assumir como pároco a paróquia São Pedro, em substituição ao padre Aristides Taciano.
A partir daí, e durante 46 anos, fez história em Baixo Guandu, onde criou instituições de ensino, religiosas e de amparo às pessoas carentes, que permanecem vivas na cidade.
Homem de hábitos absolutamente simples, jamais acumulou riquezas para si; ao contrário, dedicou uma vida inteira ao semelhante, falecendo em 1991 sem qualquer bem pessoal. Diabético, ele fazia hemodiálise semanalmente no hospital Silvio Avidos, em Colatina, onde faleceu após enfrentar um agravamento da enfermidade.
Baixo Guandu jamais esqueceu o maior líder religioso da sua história, um nordestino que muito fez em favor da comunidade local e também da região. Monsenhor Alonso Benício Leite está sepultado no interior da matriz de São Pedro, em Baixo Guandu.

Publicado em 26/09/2026











Eu conheci ele, estudei no Ginásio Brasil e todos os dias quando saia da escola passava na casa dele, onde me dava Santinhos, caderno, caneta.
Me lembro que quando ia na casa dele com algum colega ele dava cocorotes na nossa cabeça kkkkk.
Foi muito bom ter conhecido ele.
A e sempre estava lá em casa,sua partida deixou muita gente triste 😢.