A Associação dos Pequenos Produtores de Queixada, de Baixo Guandu (ES), e a de Desenvolvimento de Expedicionário Alicio, de Aimorés (MG), estão entre as centenas de projetos aprovados pelo Edital Rio Doce, conforme lista oficial divulgada nesta semana. (Clique aqui e veja a lista completa).
A Fundação Banco do Brasil divulgou o resultado definitivo do Edital Rio Doce Participativo e Comunitário (Chamada Pública nº 2026/011), voltado ao financiamento de projetos nas regiões atingidas pelo rompimento da Barragem de Fundão, ocorrido em 2015.
O mecanismo decorre do Instrumento para Aplicação de Recursos do Fundo Rio Doce nº 01/2026, firmado entre a Secretaria-Geral da Presidência da República, o Banco do Brasil e a Fundação BB. A iniciativa integra as ações do Acordo Rio Doce, voltado à reparação dos danos do rompimento da Barragem de Fundão.
Os recursos são repassados a fundo perdido para organizações da sociedade civil, como associações, cooperativas, fundações privadas, entidades religiosas com atuação social, coletivos comunitários e povos tradicionais.
O edital dividiu-se em duas faixas de financiamento: a Faixa 1, com valores de R$50 mil a R$200 mil, e a Faixa 2, de R$200.000,01 a R$400 mil. Cada instituição pôde submeter até cinco propostas, com limite total de R$1 milhão por entidade.
A chamada previu investimento mínimo de R$1,5 milhão por município e reserva de 5% dos recursos para projetos de populações indígenas, quilombolas e tradicionais. As propostas deveriam abordar temas como economia popular e solidária, reabilitação territorial, resiliência climática, igualdade social e fortalecimento comunitário.
Balanço geral: aporte de mais de R$433 milhões em 49 municípios
Com a utilização de margens orçamentárias previstas no regulamento, o valor total liberado subiu da estimativa inicial de R$225 milhões para R$433,8 milhões. Ao todo, foram aprovadas 1.464 propostas distribuídas por 49 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Fonte: agenciaprimaz.com.br | Da Redação
Publicado em 16/10/2026












